Um distúrbio de voz pode ser caracterizado através de rouquidão persistente, de cansaço vocal, aspereza, perdas ou falhas de voz, ou pelo volume e/ou altura tonal desadequados.
Os distúrbios da voz são mais comuns do que a maioria das pessoas imagina. Um elevado número de pessoas tem uma perturbação ao nível da voz e muitas vezes não se apercebe ou não a valoriza. Muitas dessas pessoas são professores, profissionais de vendas, padres, cantores, instrutores de fitness, donas de casa, empresários, treinadores, políticos, ou pessoas que falam muitas vezes em ambientes ruidosos.
A maioria dos distúrbios da voz são causados por mau uso da voz, como falar muito alto, falar por longos períodos numa só inspiração, falar em esforço, gritar, pigarreio crónico, e até sussurrar. Outras perturbações vocais podem ocorrer na presença de um vírus ou de um procedimento cirúrgico não relacionado. Certas condições médicas (como refluxo, alergias, asma, efeitos de certos medicamentos) e hábitos de vida (como fumar, consumo de álcool, refrigerantes, cafeína, hidratação insuficiente) também pode afectar a qualidade vocal.
A maioria das pessoas não sabe que muitos dos problemas de voz podem ser ajudados com a terapia vocal individualizada. Por exemplo, a terapia vocal pode ser altamente eficaz na redução ou eliminação de nódulos vocais e dos seus sintomas associados. Nalguns casos, a terapia vocal é utilizada em combinação com o tratamento médico/cirúrgico. O tratamento médico pode incluir medicação para outras condições que também podem afectar a voz, como refluxo ou alergias. A Cirurgia das cordas vocais pode ser igualmente recomendada para determinadas condições que não respondem a uma tentativa inicial de terapia vocal, ou que constituem padrões de longa data, ou quando se trata de casos mais complexos.
A maioria das pessoas nunca ouviu falar em terapia vocal. Isso não é surpreendente, uma vez que a grande parte da população não associa os seus problemas de rouquidão ou de voz intermitente com o uso que está a ser feito da sua voz. É frequente atribuir-se os problemas de voz a uma outra condição médica, ou achar-se que um problema de voz é "normal", dadas as suas condições de trabalho e o seu estilo de vida. Normalmente procuram ajuda somente quando ela interfere significativamente com a capacidade de funcionar em casa, no trabalho ou socialmente.
A terapia de vocal frequentemente envolve aprender como produzir voz sem esforço, utilizando o apoio da respiração adequada para uma conversa e projeção vocal (se necessário), reduzindo a tensão muscular excessiva, recorrendo a alternativas aos hábitos de uso indevido vocais, técnicas de relaxamento, vocais e não-vocais, técnicas vocais de aquecimento, a hidratação adequada e orientações dietéticas sobre precauções de refluxo, bem como a explicitação sobre como a voz funciona. Importa ressalvar que as técnicas de terapia de vocal ajudam a desaprender velhos hábitos e criar novos hábitos saudáveis, que se tornam automáticos e intuitivos, perdurando no tempo, e restaurando a capacidade da pessoa comunicar com facilidade nas mais diversas situações.
Os distúrbios da voz são mais comuns do que a maioria das pessoas imagina. Um elevado número de pessoas tem uma perturbação ao nível da voz e muitas vezes não se apercebe ou não a valoriza. Muitas dessas pessoas são professores, profissionais de vendas, padres, cantores, instrutores de fitness, donas de casa, empresários, treinadores, políticos, ou pessoas que falam muitas vezes em ambientes ruidosos.
A maioria dos distúrbios da voz são causados por mau uso da voz, como falar muito alto, falar por longos períodos numa só inspiração, falar em esforço, gritar, pigarreio crónico, e até sussurrar. Outras perturbações vocais podem ocorrer na presença de um vírus ou de um procedimento cirúrgico não relacionado. Certas condições médicas (como refluxo, alergias, asma, efeitos de certos medicamentos) e hábitos de vida (como fumar, consumo de álcool, refrigerantes, cafeína, hidratação insuficiente) também pode afectar a qualidade vocal.
Sinais de alerta que podem indicar uma Perturbação Vocal:
- Rouquidão, aspereza, ou tensão - diária, semanal ou frequentemente;
- A Voz soa mais profunda/grave do que o normal;
- Precisa de se repetir para se fazer entender, especialmente na presença de ruído de fundo;
- Os outros perguntam "o que é que se passa com sua voz?";
- Falar torna-se um esforço;
- A Voz piora à medida que o dia passa;
- Sensação de desconforto / tensão na garganta em ambiente laboral, em casa, socialmente, ou na comunidade;
- Esforça-se para cantar notas mais altas;
- "Laringites" persistentes logo após uma infecção respiratória superior;
- Um problema de voz que dura há mais de 2 a 3 semanas.
Por que me devo preocupar com uma perturbação vocal?
- Pode indicar lesão das cordas vocais, tais como inchaço, inflamação, nódulos, pólipos, quistos, paralisia das cordas vocais, doenças malignas, ou outras patologias;
- Pode afectar o desempenho no trabalho;
- Pode resultar numa dificuldade para se comunicar em casa ou socialmente;
- Pode indicar um problema de saúde grave;
- Pode afectar a auto-imagem e auto-confiança.
Como podem ser tratados os problemas de voz?
Se você acha que você ou alguém que você conhece tem um problema de voz, fale com o seu médico de família ou procure directamente um médico otorrinolaringologista. Depois de ter visto um médico otorrinolaringologista, pode ser recomendada a avaliação da voz e terapia vocal, realizadas exclusivamente por um Terapeuta da Fala. A Terapia da Fala tem crescido consideravelmente ao longo das décadas, por isso não se esqueça de consultar um Terapeuta da Fala especializado em distúrbios da voz.
A maioria das pessoas nunca ouviu falar em terapia vocal. Isso não é surpreendente, uma vez que a grande parte da população não associa os seus problemas de rouquidão ou de voz intermitente com o uso que está a ser feito da sua voz. É frequente atribuir-se os problemas de voz a uma outra condição médica, ou achar-se que um problema de voz é "normal", dadas as suas condições de trabalho e o seu estilo de vida. Normalmente procuram ajuda somente quando ela interfere significativamente com a capacidade de funcionar em casa, no trabalho ou socialmente.

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